terça-feira, 24 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Moacir Santos - Maestro 1972

Músicos
Frank Rosolino (trombone)
Hymie Lewak (piano)
Sheila Wilkinson (vocal)
Bill Henderson (piano)
Moacir Santos (sax, vocal, flugelhorn)
Oscar Brashear (trumpete)
David Duke (french horn)
Clare Fischer (órgão)
Don Menza (flauta, sax tenor)
Joe Pass (guitarra)
John Heard (baixo)
Ray Pizzi (saxes)

Músicas
01 - Nanã (Moacir Santos/Mário Telles/Y. Kotti)
02 - Bluishmen (Moacir Santos)
03 - Luanne (Moacir Santos/Jay Livingston/R. Evans)
04 - Astral Whine (An Elegy To Any War) (Moacir Santos)
05 - Mother Iracema (Moacir Santos)
06 - Kermis (Moacir Santos)
07 - April Child (Moacir Santos/Jay Livingston/R. Evans)
08 - The Mirror's Mirror (Moacir Santos)

É um dos melhores disco que já ouvi. É no mesmo nível do Prelude do Deodato.




domingo, 22 de maio de 2011

Rosinha de Valença e Elis Regina

Rosinha de Valença

Rafael Rabelo - Odeon

Raphael Rabello - La Catedral (1993)



Agustín Pío Barrios, também conhecido como Agustín Barrios Mangoré. Nasceu em San Juan Bautista De Las Missiones em 5 de maio de 1895 – Paraguai. Faleceu em 1944. La Catedral (1921) é sua música mais conhecida. É uma obra obrigatória para todo estudante de violão.

Azeda - Hoje

Rafael Rabelo e Paco de Lucia


Raphael Rabello, o gênio brasileiro do Violão interpreta uma obra de Villa Lobos. Reparem que ele nem esboça dificuldades.

“The best guitarist I’ve heard in years. He has overcome the technical limitations of the instrument, and his music comes unhindered from his soul, straight to the hearts of we who admire him.” — Paco de Lucia

“If the acoustic guitar has once again established itself as the leading instrumental voice of modern Brazilian music, much of the credit can be given to Raphael Rabello…” — Mark Holston, Guitar Player Magazine

“Raphael Rabello was simply one of the greatest guitarists who has ever lived. His level of insight into the potential of the instrument was matched only by the great Paco de Lucia. He was ‘the’ Brazilian guitarist of our time, in my opinion. His loss at such a young age is an incredible loss, not only for what he already did, but for what he could have done.” — Pat Metheny

sábado, 21 de maio de 2011

Moacir Santos - Homenagem

Rosinha de Valença ao Vivo - 1966



Músicos
Rosinha de Valença (violão)
Osmar Milito (piano)
Paulo Moura (sax e clarineta)
Edson Machado (bateria)
Dório (baixo)


Músicas
01 - Upa, Neguinho (Edu Lobo e Guarnieri)
02 - Acalanto (Dorival Caymmi)
03 - Lamento (Pixinguinha)
04 - Fogo Na Roça (Codó)
05 - Doce De Coco (Jacob Bitencurt)
06 - Você É Um Colosso (Noel Rosa)
07 - Curta Metragem (M. Einhorn e A. Costa)
08 - Uma Noite No Havaí (Codó)
09 - Vou Pra Valença (Rosinha)
10 - Carinhoso (Pixinguinha e João de Barro)
11 - Tema Pro Luiz Eça (Murilo Pessoa)


“A Menina
Foi num dia 30 de julho que nasceu, na cidade de Marquês de Valença, Estado do Rio, uma menina que viria a ser, anos depois, o mais ilustre membro da comunidade Batizada com o nome de Rosa e chamada por todos pelo diminutivo de Rosinha, cresceu ouvindo música e sempre muito interessada no violão de seu irmão Roberto, que dirigia um conjunto regional e tocava em bailes e festinhas locais. Rosinha, quando não havia baile e quando Roberto não estava em casa pegava o violão e tentava tocar. Era tudo escondido porque a família não achava bem uma menina tocando violão, mas quando aos 12 anos ela surpreendeu os parentes a tocar tudo aquilo que o irmão tocava, e que ela aprendera somente observando as posições que ele fazia nos ensaios do regional, aí não houve mais jeito e deixaram que ela tocasse à vontade. Sem professor, sem nada, Rosinha ligava o rádio e ficava escutando, ora Luís Bonfá, ora Dilermando Reis, foi com um número deste, “Sons de Carrilhões”, que ela ouviu num programa da Rádio Nacional, que Rosinha fez a sua primeira apresentação em público.

A Moça
Foi na ZYM 7, Rádio Clube de Valença, que ela recebeu os primeiros aplausos e onde conseguiu o seu primeiro emprego: Acompanhando crianças que cantavam num programa infantil de calouros. Mas isso era de dia. De noite se exercitava e tentava, cada vez com mais facilidade, executar o que ouvia os grandes violonistas profissionais tocarem no rádio. Foi em agosto de 1963 que veio ao Rio e tocou por tocar, numa reunião em casa de amigos. Os presentes ficaram muito impressionados com o seu domínio do instrumento e u deles, mais tarde, insistiu para que eu ouvisse Rosinha. Nessa época, “Au Bon Gourmet” era o local onde se realizavam os melhores shows musicados do Rio. Ela foi, tocou e Virou Rosinha de Valença, apelido que fez jus por tocar por uma cidade inteira. Agora, ela é uma das mais aplaudidas artistas brasileiras no estrangeiro, já tocou em muita cidade grande dos Estados Unidos, do México e do Canadá. Entre o seu sucesso no Novo Mundo e o seu futuro êxito no Velho Mundo, uma vez que Rosinha embarca brevemente para a Alemanha e depois se apresentará em várias outras capitais européias, gravou este elepê para a FORMA.

A Música
O acompanhamento básico para o violão de Rosinha nesta seleção está baseado no quarteto do baterista Edson Machado, com Dório no contrabaixo, Paulo Moura na clarineta e no sax-alto e o pianista Osmar Milito. Moura, aliás, é o autor dos arranjos de circunstância em A Banda, a marcha de Chico Buarque de Holanda, em Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro, no qual juntou-se também um quarteto de cordas, e Vou Pra Valença, um tema em ritmo de samba, autoria da própria Rosinha e sobre o qual improvisa. Em Upa, Neguinho de Edu Lobo e Guarnieri, o arranjo é de Osmar. Em todos os números restantes os arranjos são de Rosinha, e a maioria desses números foi gravada tal como foram lançados, ao vivo, no show que ela terminou de fazer no “Cangaceiro”, com o quarteto de Edson. Há ainda a registrar o fato dela tocar com seu irmão Roberto, o mesmo que lhe ensinou involuntariamente o gosto pelo violão, o dolente choro de Jacob Bittencourt, Doce de Coco, e o não menos dolente choro de Pixinguinha, Lamentos. Rosinha canta também: em A Banda e Você é um Colosso, um samba de Noel, inédito, no dizer de Aracy de Almeida, que foi quem lhe ensinou o número”.

Esse texto foi extraído da contracapa do disco, e é assinado por Sérgio Porto, seu admirador. Sérgio Porto faz referência à música do Chico a Banda que não consta no disco, embora ela apareça na relação. Coisas de gravadora pequena como era a FORMA.

Rosinha de Valença (Maria Rosa Canelas) nasceu em Valença RJ em 30 de Julho de 1941. Ainda criança começou a se interessar por violão, assistindo aos ensaios do conjunto regional de seu irmão Roberto. Estudou sozinha, ouvindo musicas de rádio, e aos 12 anos já tocava violão num regional que animava bailes e na Radio de Valença, acompanhando cantores. Em 1960 abandonou os estudos para se dedicar a carreira musical, indo para o Rio de Janeiro RJ em 1963. Através de Sérgio Porto, conheceu, na boate Au Bon Gourmet, o violonista Baden Powell e Aluísio de Oliveira, produtor da gravadora Elenco, que a contratou para gravar seu primeiro disco, Apresentando Rosinha de Valença. Seu nome artístico foi criado por Sérgio Porto, que costumava dizer que ela tocava por uma cidade inteira. Ainda em 1963, foi sucesso durante oito meses na boate carioca Bottle's. Seguiram-se apresentações em televisão, rádio, teatro e outras casas noturnas, e em maio de 1964 apresentou-se no show O fino da bossa, no Teatro Paramount, em São Paulo SP. No fim do mesmo ano, excursionou durante oito meses pelos EUA com o conjunto Brasil 65, de Sérgio Mendes, e gravou dois discos. Viajou novamente no final de 1965, participando como solista de um grupo de musica brasileira, patrocinado pelo Itamaraty, que se apresentou em 24 países europeus. Foi a violonista do espetáculo Comigo me desavim, de Maria Bethânia, em 1967, e no ano seguinte iniciou uma série de apresentações na URSS, Israel, Suíça, Itália, Portugal e países africanos, voltando ao Brasil em 1971. Trabalhou então com Martinho da Vila, participando de seus quatro LPs seguintes. Realizou depois novas tournées no exterior, e de volta, em 1974, organizou uma banda que teve varias formações e contou com a participação de artistas como o pianista João Donato, o flautista Copinha e as cantoras Ivone Lara e Miúcha. Um dos espetáculos da sua banda foi gravado pela Odeon, que lançou em 1975 o LP com o titulo Rosinha de Valença e banda. Tem ainda 11 LPs editados no Brasil, EUA, RFA. e França, em diversas marcas, entre as quais RCA, Odeon, Forma, Pacific Jazz e Barclay. Abandonou a carreira artística algum tempo depois, por motivos graves de saúde.
Rosinha faleceu em Valença, RJ, em 10 de junho de 2004.


Biografia: Enciclopédia da Música Brasileira
Art Editora e PubliFolha

Dedico tanto espaço a essa excepcional violonista pelo fato dela ter sido um dos nossos maiores virtuoses e nós no Brasil não temos o hábito de preservar a memória dos grandes artistas. São eles que levam o nome do país mundo afora, são eles que nos fazem ser reconhecidos e respeitados. E dá dinheiro. Charlie Parker, Billie Holiday e Louis Armstrong volta e meia ainda geram uma graninha.

Vejam vocês: Paco de Lucia, o nosso garoto Rafael Rabelo o colocou no bolso. Charlie Byrd e Wes Montgomery não dão nem pra saída com o nosso menino maluquinho Baden. E quem é páreo pra nossa Rosinha? Se vocês quiserem alimentar essa polêmica, me mandem nomes.

Estou só no violão. Podemos ir pra Jacob do Bandolim, Raul de Souza, Luizinho Eça, Moacir Santos e outras feras que estão esquecidas. Mas aqui neste espaço todos serão exaltados e sempre lembrados.

Ainda tenho muito pra falar de Rosinha de Valença.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Búzios - Vista da Igreja de Santana

Sociedade Esportiva de Búzios - 1971

Av. José Bento Ribeiro Dantas

Mick Jagger - Búzios - 1976

Rua das Pedras - Espelunca



Foto de Célia Jaguaribe postado no Globo em 2008

Búzios 1971 - Rua Das Pedras



Foto de Célia Jaguaribe postado no Globo em 2008

Raul De Souza - A Vontade - 1964



Coloquei esse disco novamente na pista, primeiro, por que gosto muito, e segundo porque me falaram que tinha vírus no antigo provedor. Problema do provedor. Não tenho nada com isso, mas por via da dúvidas, taí ele de novo. Vou aproveitar e falar um pouquinho dele.

Um dia Raul largou tudo no Rio e foi tocar numa banda da Aeronáutica em Curitiba (virou sargento). Aqui ninguém entendia nada do que ele tocava. A banda também era bem fraquinha, aí Rauzinho vazou. Voltou pro Rio. O Sérgio Mendes, sempre ele, sacou o cara e falou: - Esse garoto é meu. Foram pra Itália, Beirute, Portugal, e arrasaram, lógico. Depois atacaram na Argentina, já com Meirelles (J.T.).

Voltando ao Brasil, sacou que o Sambalanço Trio do Cézar Camargo, Clayber e Airton Moreira estavam botando tudo abaixo. Nova estrutura no samba. A vontade mesmo. Ele sacou que essa era a praia dele. E gravaram esse maravilhoso disco.

É Sambalanço e Rauzinho À Vontade Mesmo. Os arranjos surgiram na hora. Se é que teve algum arranjo. Essa galera não precisava de arranjo. Era tudo A Vontade mesmo. Hi! Esqueci a crase. À Vontade. Esse é o Rauzinho à vontade, na sua praia. Para mim, é seu melhor disco. Pode haver controvérsias. Não tô nem aí.

Tem mais gente boa tocando nessa bolacha. Vou falar mais tarde.

Aí, parceiro, vai nessa. Você que pegou vírus. Rauzinho é a vacina.

Pega lá seu whisquizinho, escuta o sonzão e vai dormir.

Músicas
01 - À Vontade Mesmo (Rauzinho)
02 - Olhou Pra Mim (Sylvio Cézar - Ed Lincoln)
03 - Pureza (Clayber de Souza e Cezar C. Mariano)
04 - Estamos Aí (Durval Ferreira e M. Einhorn)
05 - Você E Eu ( Vinícius de Moraes e Carlos Lyra)
06 - Jor-Du (Duke Jordan)
07 - Inútil Paisagem ( Jobim e Aloysio de Oliveira)
08 - Fly Me To the Moon - (Bart Howard)
09 - Muito À Vontade (João Donato)
10 - Samba Do Avião ( Jobim)
11 - Primavera ( Vinícius e Carlos Lyra)

No original tinha lado A e lado B. Mas deixa pra lá. É À Vontade Mesmo.

No site do Clube de Jazz (link abaixo) Arnaldo DeSouteiro nos fala sobre Raul de Souza e esse maravilhoso disco.

http://www.clubedejazz.com.br/noticias/noticia.php?noticia_id=220


terça-feira, 10 de maio de 2011

Brigitte Bardot em Búzios - 1964

Búzios Antigamente - Foto Antiga



Essa aí é o início da Rua das Pedras, sem as pedras.

Muita Calma Nessa Hora - Búzios

Búzios Foto Antiga - 1964



Pessoal, com essa foto pretendo iniciar uma série de postagens a respeito de "Búzios Antigamente". Aqueles que puderem contribuir, agradeço. Essa aí é da Praia da Armação.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Capa do CD para o Restaurante O Barco





Fiz a capa deste CD para o restaurante O Barco. Selecionei algumas músicas que achei conveniente pra se ouvir na varanda num final de tarde e coloquei no CD. Com muita Bossa, claro. O pessoal achou bacana. Aquela música gostosa pra se ouvir e conversar. Aquela cervejinha gelada e um "Camarão Ao Alho E Óleo". Aquele que suja as mãos e não se deve comer com garfo e faca. Não posso comercializar porque as músicas não são minhas, só as fotos. As vezes passo algum por debaixo dos panos. Mas não espalhem. Gosto muito do bar e dos donos. Recomendo.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Eumir Deodato - Los Danseros En Bolero - 1965



Deodato trabalhou muito neste ano.


Eumir Deodato - Impulso - 1964


Músicos
Maurício Santos (trumpet)
Edson Maciel (trombone)
Walter Rosa, Cipo (sax tenor)
Alberto Gonçalves (bs - baixo)
Eumir Deodato (piano, órgão, arranjos)
Neco (guitarra)
Luiz Marinho (baixo)
Dom Um Romão (bateria)
Wilson Das Neves (bateria)
Jorge Arena (conga)
Rubens Bassini (percussão)
Humberto Garin (percussão)


Músicas
01 - Menina Certinha (Durval Ferreira/Luiz Fernando Freire)
02 - Samba de Verao
03 - Cesteiro que Faz um Cesto, Faz um Cento (Toni Vestane)
04 – Baiaozinho (Eumir Deodato)
05 - Muito a Vontade (João Donato)
06 - Samba Novo (Durval Ferreira/Newton Chaves)
07 – Esperanca (Mauricio Einhorn/Durval Ferreira/Luiz Fernando Freire)
08 – Cheers (Henry Mancini)
09 - Ainda Mais Lindo (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle)
10 - Diz que eu Fui por Ai (Zé Keti)
11 - Só por Amor (Baden Powell/Vinicius de Moraes)
12 - Ela e Carioca (Antônio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes)
13 - Pouca Duracao (Pacífico Mascarenhas)

Estou colocando na pista alguns discos sem comentários. Estou sem tempo. Este aí, por exemplo, acho horrível. Deodato já tinha feito coisa melhor. Tenho problemas com esse órgão. Mas vou falar dele mais tarde. É o som que me incomoda. Acho chato. Se você está sem tempo, pule logo pro disco abaixo. Discão! Coisa de gente grande. Esse, aqui, é pipoca na certa.

* Tirando da pista pois já saiu em CD. Procurar na Saraiva. Procurar na WEB por Eumir Deodato Impulso 1964


Eumir Deodato - Ideias - 1964





Músicos
Maurício Santos (trumpet e flauta)
Eumir Deodato (piano, arranjos e órgão)
Durval Ferreira (violão)
Geraldo Vespar (guitarra)
Gabriel (baico)
Wilson das Neves (bateria)
Jorge Arena (conga)
Humberto Garin (percussão)
Rubens Bassini (percussão).

Músicas
01 - Tempinho Bom (Eumir Deodato)
02 - Samba De Verâo ( Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle)
03 - Nuvens (Durval Ferreira/Maurício Einhorn)
04 - Deus Brasileiro (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle)
05 - Tristeza Nâo Existe (Eumir Deodato)
06 - Vai De Vez (Roberto Menescal/Lula F. Freire)
07 - Samblues (Durval Ferreira/Maurício Einhorn)
08 – Só Tinha De Ser Com Você) (Tom Jobim/Aloysio de Oliveira)
09 - E Vem O Sol (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle)
10 - Amor No Mar (Durval Ferreira/Lula F. Freire)
11 - Encanto Triste (Durval Ferreira/Pedro Camargo)
12 - Ela É Carioca (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)

* Esse disco já foi relançado na comemoração ODEON 100 ANOS. Ver no Mercado Livre.


Victor Assis Brasil - Esperanto - 1970





Músicos
Victor Assis Brasil (sax alto, sax soprano)
Dom Salvador (piano)
Helio Delmiro (guitarra)
Edison Lobo (baixo)
Edison Machado (bateria)

Músicas
01 - Ginger Bread Boy (Victor Assis Brasil)
02 - Marilia (Victor Assis Brasil)
03 - Quarenta Graus à Sombra (Victor Assis Brasil)
04 - Ao Amigo Quartin (Victor Assis Brasil)

É muito bom esse disco. Conforme prometido. Vou falar dele. Já já!

* Não sei se saiu em CD. Procurar na WEB por Victor Assis Brasil Esperanto 1970