É isso aí.
A finalidade deste espaço é compartilhar com os amigos o interesse por Búzios e sua antiga relação com a Bossa Nova. Bossa Nova não é só música, é um Estilo de Vida. Um Estilo Buziano de Viver. Não vendo disco, só divulgo para os amigos que me pedem emprestado. Se você discorda de algum conteúdo divulgado neste blog, favor entrar em contato. Eu tenho todos os discos que recomendo aqui.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Emílio Santiago e Donato
Sacode!
Só gente que sabe o que faz. Dá-lhe Ricardo Silveira.
Deixa na mão de quem sabe,
Só gente que sabe o que faz. Dá-lhe Ricardo Silveira.
Deixa na mão de quem sabe,
Marcos Valle e Emílio Santiago - Até O Fim.
Já vou falar sobre essas feras do instrumental.
O baixo é "filho" do Chico. O violão, virou um dos maiores violões de Estúdio. Grande instrumentista.
.
Marcos Valle e Emílio Santiago - Disfarça E Vem
Eu tenho uma dívida com Marcos Valle.
Já falei aqui sobre grandes músicos relacionados a Bossa Nova e os irmão Valle ficaram de fora.
Falha minha.
Já vou falar sobre eles.
Prometo.
Marcos Valle - Pigmaleão 70 - Orquestra de Erlon Chaves
Caramba! Essa dupla arrebentava.
Isso sim é um arranjo. alinha de baixo é simples e genial. Já vou dizer quem é.
Tudo é elegante.
Se não tivesse namorado a Vera Ficher na época errada, ele ainda poderia estar por aí.
Isso sim é um arranjo. alinha de baixo é simples e genial. Já vou dizer quem é.
Tudo é elegante.
Se não tivesse namorado a Vera Ficher na época errada, ele ainda poderia estar por aí.
Erlon Chaves merece uma pequena discografia aqui.
Já vai saí.
Marcos Valle e Andy Willians - Samba de Verão
Ainda não tinha postado nada aqui sobre o grande Marcos Valle. Que mico!
Vou me redimir.
Marcadores:
Vídeo Grandes Momentos
terça-feira, 29 de julho de 2014
Luis Carlos Vinhas e Bossa Três no Flag - 1970
Luis Carlos Vinhas (piano)
Edison Machado (bateria)
Tião Neto (contrabaixo)
Esse é um trio da pesada. Como se dizia antigamente. Até hoje é da pesada.
Marcadores:
Vídeo Grandes Momentos
domingo, 27 de julho de 2014
Copinha (Nicolino Cópia)
Filho de imigrantes italianos, um dos 17 filhos (é muita gente), todos músicos, começa a estudar música com o irmão mais velho Vicente.
Aos 10 anos já participa de grupos de rodas de choro, serenatas e reuniões de músicos, hábito que conservaria durante toda a vida.
Em 1924 já se apresenta como músico profissional, acompanhando filmes mudos no Cine República, em São Bernardo do Campo, SP.
Em 1925 continua os estudos de flauta. Em seguida, começa a tocar no Cine Brás Politeama, no bairro paulistano do Brás até a introdução do cinema falado em 1930. Durante esse período se apresenta nos mais diversos locais como flautista, continuando carreira como clarinestista e saxofonista,
Em 1928 começa os estudos de sax.
Ainda em 1930, estuda com Alberto Lazzoli no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Por essa época. Apresenta-se algumas vezes na Rádio Paulista ao lado do compositor e violonista Garoto ("Duas Contas", etc). Com os violonistas Aimoré, Armandinho, Garoto e o cantor Moreira da Silva, grava nesse ano, seu primeiro disco e organiza a Orquestra Irmãos Cópia, integrada por seus irmãos Vicente, o líder, Alexandre, Joaquim, João, Cláudio e Osvaldo, dois sobrinhos, Dito e Roberto Giamelaro, além de músicos que participam esporadicamente, como o trombonista Carioca. Nessa orquestra, em que era solista e arranjador, atuam como crooners Nuno Roland, Grande Otelo e Rui Rei. O grupo teve atuação frequente até 1934.
Depois de concluir o curso de engenharia, chega a exercer a profissão por curto período, continua a trabalhar com orquestras e atuar em rádios.
De 1931 a 1932 toca com a orquestra "Juca e Seus Rapazes" na Rádio Record.
Em 1931 vai para a Alemanha com o "Quarteto de Spartaco Rossi".
Em 1932 atua na "Companhia de Revista Margarida Max", no extinto Cassino Antártica, em São Paulo, e também no teatro Santana, acompanhando Mário Reis e Francisco Alves.
Em 1933 apresenta-se na Rádio Cruzeiro do Sul com a "Orquestra Colúmbia", dirigida pelo maestro Gaó.
Em 1936, a convite de Gaó, passa a integrar a "Orquestra da Rádio Ipanema", começando sua carreira no Rio de Janeiro/RJ. Nesse mesmo ano, apresenta-se em escolas de danças, tocando ao lado de Pixinguinha na Orquestra do "dancing" Eldorado.
De 1937 a 1939, volta a atuar com a Orquestra Eldorado da Rádio Cruzeiro.
Nas décadas de 1930 e 1940 participa de acompanhamentos de gravações de diversos cantores, entre eles Sílvio Caldas, Carlos Galhardo, Carmem Miranda, Nuno Roland, Rui Rei, Ciro Monteiro, Odete Amaral, Dircinha Batista, Araci de Almeida e Orlando Silva.
De 1939 a 1943 atua no Cassino do Copacabana Palace com a "Orquestra de Simon Bountman".
De 1944 a 1946 atua nos Cassinos da Urca (Orquestra de Carlos Machado), Icaraí, Niterói, RJ, e Quitandinha, Petrópolis, RJ (Orquestra de Paul Morrys).
Em 1946 organiza a sua própria Orquestra, que tocou até 1959, no Cassino do Copacabana Palace Hotel.
Em 1957 Tom Jobim o convida para participar da gravação que lançaria um novo cantor – João Gilberto.
Nesse período da Bossa Nova, atua como flautista em quase todas as gravações realizadas por diversos cantores novos.
Na década de 1960, porém, as mudanças na indústria fonográfica, no rádio e na TV forçam o desaparecimento de várias orquestras, cujo custo de manutenção é elevado demais quando comparado aos custos de pequenos conjuntos. Isso acerta em cheio a carreira de Copinha, que é centrada em sua orquestra. Ele fecha sua orquestra, indo trabalhar nas orquestras da TV Tupi e da Rede Globo.
Nos primeiros anos da década de 1960, trabalha na TV Rio, na Rádio Nacional e na TV Globo.
Em 1966, com sua Orquestra, a Copinha do Rio, apresenta-se em Mônaco, no Cassino Monte Carlo, e, no ano seguinte, com um conjunto integrado por Dom Salvador (piano), Sérgio Barrozo (contrabaixo), Chico Batera (bateria) e ele próprio (flauta, sax e clarineta), tocam em Miami, Dallas e Minneapolis, EUA.
Em 1972 passa a integrar a "Orquestra da TV Globo", tendo sido em toda a sua carreira um dos músicos mais requisitados para gravações. Acompanha cantores e compositores, como Paulinho da Viola, Chico Buarque, Caetano Veloso, Roberto Carlos, Gilberto Gil e outros em excursões ou shows.
Em julho de 1975, comemorando o cinquentenário de sua carreira, grava o LP Jubileu, na Som Livre, com acompanhamento da Orquestra da TV Globo.
Apesar de sua discrição e de seu papel de acompanhante, Copinha sempre foi respeitado pelos grandes músicos. Hermeto Pascoal lhe fez uma homenagem com a composição "Salve, Copinha", gravada no disco "Brasil Universo" (1988).
Copinha tem menos de 20 composições gravadas, a maioria nos seus próprios discos. São quase todas obras tradicionais, românticas, típicas das serestas.
O trabalho do instrumentista e arranjador está presente em três discos de Paulinho da Viola para os quais escreveu os arranjos: "Nervos de Aço", "Memórias Cantando" e "Memórias Chorando", dois discos de canções e um instrumental.
Copinha teve duas carreiras distintas: a das orquestras e grandes conjuntos, e a de instrumentista em pequenos grupos, ou acompanhando grupos e cantores.
Se Altamiro Carrilho é o nome mais conhecido da flauta brasileira, Copinha é provavelmente a flauta mais escutada. Embora fosse chorão benemérito, de carteirinha, com registro em interpretações antológicas, e assinando algumas composições, a carreira de Copinha não se restringe ao choro. Ele é dotado de imensa versatilidade que, aliada ao invejável bom gosto, o fez um músico requerido para fazer as flautas de acompanhamento de cantores de diversos estilos. Em vários dos grandes álbuns de cantores e compositores brasileiros está lá a flauta de Copinha, em magníficas introduções e inteligentes contrapontos. Assim, quem quer que seja que tenha um pouco de apreço pela música brasileira, e um mínimo de memória, será capaz de cantarolar um frazeado da flauta de Copinha, ainda que não tenha a menor ideia de quem tenha sido o flautista. O exemplo clássico é a abertura, em solo de flauta, de "Chega de Saudade", de João Gilberto,
E assim, acontece com centenas de músicas, arranjadas e "enflautadas" por Copinha, o que faz dele um músico muito escutado, porém pouco conhecido, porque músicos nem sempre têm o reconhecimento que efetivamente merecem.
A limpeza do som, o estilo chorado, a economia de notas e, acima de tudo, a interação com os outros instrumentos ou com a voz, a flauta de Copinha está sempre integrada ao conjunto sonoro, e mesmo quando sola não ignora o acompanhamento.
Copinha era a alegria personificada. Fumava uns 3 maços de cigarro por dia. Certa tarde de ensaios no Teatro do Parque (Recife), ele em pé junto ao microfone, flauta em punho, aquele espalhafato de pontas de cigarros pelo chão do palco, Paulinho Da Viola, em tom de brincadeira chama-lhe a atenção: - "Ô Copinha, veja a sujeira que você fez! Não tem educação?" Ele responde na bucha, com aquela voz tonitruante de tacho rachado: - "Educação eu tenho. O que me falta é um cinzeiro!"
Copinha faleceu um dia depois de completar 74 anos, no dia 4 de março de 1984, um domingo de carnaval.
Nem todos os homens são normais: alguns são músicos.
Não para. vou ficar a noite toda colocando disco de Copinha.
Obs.: É impossível colocar aqui a discografia de Copinha. Precisaria de no mínimo um mês, com dedicação exclusiva. Com certeza iria faltar alguma coisa. Vou deixar isso para os biógrafos profissionais.
Marcadores:
Sax Brasil
Wanda Sá/Sérgio Mendes Trio/Rosinha de Valença.
Músicos
Sérgio Mendes (piano)
Tião Neto (contrabaixo)
Chico Batera (bateria)
Rosinha de Valença (violão)
Músicas
01 - So Nice (Samba De Verão) - (Paulo Sérgio Valle/Marcos Valle)
02 - Favela - (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
03 - Berimbau - (Baden Powell/Vinícius de Moraes)
04 - Tristeza Em Mim - (Mauro Tavares/José Guimarães)
05 - Aquarius - (João Donato/João Mello)
06 - One Note Samba - (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
07 - She's A Carioca (Ela É Carioca) - (Tom Jobim)
08 - Muito A Vontade - (João Donato)
09 - Let (Me Deixa) - (Baden Powell/Vinícius de Moraes)
10 - Consolação - (Baden Powell/Vinícius de Moraes)
11 - Reza - (Edu Lobo/Ruy Guerra)
Como Tocar Bossa Nova - I've Got You Under My Skin
I've Got You Under My Skin - (Cole Porter)
Marcadores:
Como tocar Bossa Nova
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Katrine McPhee - I've Got You Under My Skin
Isso é um país rico, que valoriza a sua música e seus músicos. Todos ganham bem e são valorizados.
Os nosso grandes músicos, que são e foram reverenciados nos EUA, jamais tocaram no Municipal.
Não me lembro de Ary Barroso ou Pixinguinha tendo esse privilégio.
Já imaginou Eumir Deodato levando Also Sprach Zarathustras com a Orquestra do Municipal?
É chato admitir isso.
A TV Globo teve uma grande Orquestra.
Na época do Boni, andou produzindo alguns programas de alto nível. Acabou.
É mais fácil comprar essa porcaria que vem lá de fora e colocar para rodar.
Enquanto isso, ficamos aqui, assistindo esse grande show, com essa gata, que canta muito.
E gastaram pouca grana com o arranjo, que já estava pronto. Se não me engano, é de Nelson Riddle.
Foi só colocar os músicos na pista e todos já sabiam o que fazer.
Eu tenho uma bandinha de jazz aqui na terrinha, mas gostaria de ter a moça aí como crooner .
Bom, vamos assistir esse grande show.
As vezes eu fico chateado.
Marcadores:
Vídeo Grandes Momentos
Diana Krall - I've Got You Under My Skin
Isso é ou não é Bossa Nova?
O arranjador aí é Claus Ogerman, que aprendeu muito com Deodato, pra fazer mais tarde os discos de Tom Jobim nos EUA, depois se tornou o maior arranjador de Tom.
Se você ouvir o disco "Tide" (arranjo de Deodato) e o disco "Wave" (arranjo de Claus Ogerman), verá a grande semelhança.
Só, que Eumir Deodato, já tinha feito um disco, "Inútil Paisagem", de 1964, dedicado a obra de Tom Jobim, e a concepção dos arranjos já era a mesma. Todo o movimento de cordas de Deodato é de Mancini. Este é o pai da criança. Sempre foi o pai de todos, depois de Glenn Miller
Bom, vamos assistir a Diana.
Marcadores:
Vídeo Grandes Momentos
segunda-feira, 21 de julho de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
Wanda Sá - Vagamente
Músicas
01 - Adriana - ( Roberto Menescal/Luiz Fernando Freire)
02 - E Vem O Sol - (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle)
03 - Encontro - (Wanda Sá/Nelson Mota)
04 - Só Me Fez Bem - (Edu Lobo/Vinícius de Moraes)
05 - Mar Azul - (Francis Hime/João Vitório Maciel)
06 - Também Quem Mandou - (Carlos Lyra/Vinícius de Moraes)
07 - Tristeza De Nós Dois - (Durval Ferreira/Maurício Einhorn/Bebeto)
08 - Vivo Sonhando - (Tom Jobim)
09 - Sem Mais Adeus - (Francis Hime/Vinícius de Moraes)
10 - Inútil Paisagem - (Tom Jobim/Aloysio de Oliveira)
11 - Tristeza De amar - (Luiz Roberto/Geraldo Vandré)
12 - Vagamente - (Roberto Menescal/Ronaldo Bôscoli)
13 - So Nice (Samba De Verão) - (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle)
14 - Quiet Nights Of quiet Stars (Corcovado) - (Tom Jobim)
15 - To Say Goodbye (Pra Dizer Adeus - (Edu Lobo/Torquato Neto)
Adriana, Encontro, Mar Azul
Roberto Menescal (violão), Ugo Marotta (vibrafone), Eumir Deodato (órgão), Sérgio Barroso (contrabaixo), João Palma (bateria), Henri Ackseleud)
E Vem O Sol, Só Me Fez Bem, Também Quem Mandou
Luiz Carlos Vinhas (piano), Roberto Menescal (violão), Otávio Baylly Jr. (contrabaixo), Dom Um Romão (bateria)
Vivo Sonhando, Vagamente
Tenório Jr, (piano), Celso Bradão (violão), Pedro Paulo (trompete),, Manoel Gusmão (contrabaixo), Edson Machado (bateria)
Inútil Paisagem
Roberto Menescal (violão), Sérgio Barroso (contrabaixo)
Tristeza De Nós Dois, Sem Mais Adeus e Tristeza De Amor
Arranjo e regência (Eumir Deodato)
Marcadores:
Discão
Wanda Sá - Softly

Músicas
01 - Hô-bá-lá-lá - (João Gilberto)
02 - Sweet Happy Lifre- (Samba de Orfeu) - (Luís Bonfá/Antôni Maria)
03 - Quite Nights (Corcovado) - (Tom Jobim)
04 - Aruanda - (Carlos Lyra/Geraldo Vandré)
05 - The Dreamer - (Vivo sonhando) - (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
06 - Só Danço Samba - (tom Jobim/Vinícius de Moraes)
07 - Once I Loved - (Amor Em Paz) - Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
08 - Who Knows - (Magenta/Ben Marney)
09 - Tem Dó - (Baden Powell/Vinícius de Moraes)
10 - With Feeling - (Marvin Fisher/Bart Howard)
11 - Água de Beber - (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
Nascida em São Paulo, com um mês de idade sua
família mudou-se para o
Rio de Janeiro. Começou
a estudar balé aos
seis anos, surgindo nessa época a
paixão pela música. Aos 11 anos passou a tocar
violão. Na adolescência assistia a shows da bossa nova sentada na
primeira fila, observando as mãos dos violonistas e memorizando os acordes executados
pelos instrumentistas no braço do violão.
Matriculou-se aos 13 anos na academia de violão de Roberto Menescal e, em 1962, já era professora da academia de violão que o compositor mantinha com Carlos Lyra na Rua Dias da Rocha, em Copacabana. Começou profissionalmente em 1962, se apresentando no programa "Dois no Balanço", com direção da dupla Miéle e Bôscoli, levado ao ar pela TV Excelsior em transmissão ao vivo e do qual participaram também Tom Jobim, Sérgio Mendes e o Bossa Rio.
Em 1964, gravou seu primeiro disco, "Wanda Vagamente", produzido por Roberto Menescal e lançado pela RGE, com arranjos orquestrais assinados por Eumir Deodato. No repertório estão as primeiras músicas de Edu Lobo, Francis Hime e Marcos Valle, além da canção "Encontro", de autoria da própria cantora, em parceria com Nélson Motta, do sucesso "Vagamente" (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli) e a canção "Inútil Paisagem" (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), lançada por ela nesse disco. No fim deste ano, a convite de Sérgio Mendes, mudou-se para os Estados Unidos. Cantou numa boate em Los Angeles e foi vista por Dave Cavanaugh, produtor de Nat King Cole e Frank Sinatra. Wanda pulou das mãos de Sérgio para as de Cavanaugh e gravou três discos nos Estados Unidos, dois LPs com o grupo de Sérgio, o Brasil 65, entre eles "Wanda de Sah Featuring The Sergio Mendes Trio", em 1965. Ainda nesse país, gravou o segundo disco solo, "Softly", lançado pela Capitol Records.
Em 1966, retornou ao Brasil para prestar vestibular para o curso de Sociologia da PUC. Em 1969 casou-se com Edu Lobo e mudou-se com ele para os Estados Unidos. Com Edu teve dois filhos, Mariana e o também cantor Bernardo Lobo. Em 1969, gravou com Paul Desmond em seu disco "Hot Summer", em Nova Iorque, a versão americana de "Pra dizer adeus", de Edu Lobo e Vinicius de Moraes. Em seguida, interrompeu a carreira de cantora para dedicar-se exclusivamente à família.
Em 1982, separou-se de Edu Lobo e retomou sua carreira profissional, apresentando-se em shows. Paralelamente, enveredou pelos cânticos religiosos e participou de shows como Jazzmania, no Morro da Urca, em 1986. O primeiro registro em estúdio desta segunda fase profissional da cantora foi o disco "Brasil Bossa Nova - Série Academia Brasileira de Música vol. 3", gravado em 1992, com Pery Ribeiro e Osmar Milito.
Em seguida, 1995, gravou o disco "Eu e a Música" ao lado de Roberto Menescal. Em 1996 gravou o CD "Brasileiras", em dupla com a cantora e compositora Célia Vaz. Em seguida, vieram os shows e gravações com Roberto Menescal, lançado no CD "Uma mistura fina", gravado ao vivo em 1997 no Mistura Fina (RJ), contando com a participação de Miéle, e "Estrada Tókio-Rio", lançado em 1998, registro de uma das várias temporadas da cantora no Japão.
Em 2000 gravou, com Luís Carlos Vinhas, Tião Neto e João Cortez o CD "Wanda Sá e Bossa Três", registrando canções como "Errinho à toa" (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli), "Brisa Do Mar" (João Donato e Abel Silva), "Canção Que Morre No Ar" (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli) e "Zanga Zangada" (Edu Lobo e Ronaldo Bastos), entre outras. Em 2001 lançou o CD "Bossa Entre Amigos", gravado ao vivo com Roberto Menescal e Marcos Valle no Teatro Rival.
Ainda em 2001, seu disco "Wanda Vagamente" foi relançado em CD pela Dubas Música, com distribuição da Universal Music, acrescido de três faixas bônus: "So nice", versão de Norman Gimbel para "Samba de verão" (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), "Quiet nights of quiet stars", versão de Gene Lees para "Corcovado" (Tom Jobim) e "To say goodbye", versão de Lani Hall para "Pra Dizer Adeus" (Edu Lobo e Torquato Neto).
Em 2002, lançou o CD "Domingo azul do mar" com faixas como "Jobiniando" (Martinho da Vila e Ivan Lins). Nesse mesmo ano, realizou show de lançamento do disco no Bar do Tom (RJ).
Em 2004 gravou o disco "Wanda Sá com João Donato", e o CD religioso "Jesusmania".
Em 2005 gravou no Japão os CDs "Bossa do Leblon" e "Swingueira", em dupla com Roberto Menescal. Teve dois DVDs lançados em 2006 e 2007, ambos em parceria com Roberto Menescal, o primeiro deles o registro do programa Ensaio, da TV Educativa, o segundo registro do show de lançamento do CD "Swingueira".
Em 2010 lança mais um CD em parceria com Roberto Menescal, "Declaração"
Matriculou-se aos 13 anos na academia de violão de Roberto Menescal e, em 1962, já era professora da academia de violão que o compositor mantinha com Carlos Lyra na Rua Dias da Rocha, em Copacabana. Começou profissionalmente em 1962, se apresentando no programa "Dois no Balanço", com direção da dupla Miéle e Bôscoli, levado ao ar pela TV Excelsior em transmissão ao vivo e do qual participaram também Tom Jobim, Sérgio Mendes e o Bossa Rio.
Em 1964, gravou seu primeiro disco, "Wanda Vagamente", produzido por Roberto Menescal e lançado pela RGE, com arranjos orquestrais assinados por Eumir Deodato. No repertório estão as primeiras músicas de Edu Lobo, Francis Hime e Marcos Valle, além da canção "Encontro", de autoria da própria cantora, em parceria com Nélson Motta, do sucesso "Vagamente" (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli) e a canção "Inútil Paisagem" (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), lançada por ela nesse disco. No fim deste ano, a convite de Sérgio Mendes, mudou-se para os Estados Unidos. Cantou numa boate em Los Angeles e foi vista por Dave Cavanaugh, produtor de Nat King Cole e Frank Sinatra. Wanda pulou das mãos de Sérgio para as de Cavanaugh e gravou três discos nos Estados Unidos, dois LPs com o grupo de Sérgio, o Brasil 65, entre eles "Wanda de Sah Featuring The Sergio Mendes Trio", em 1965. Ainda nesse país, gravou o segundo disco solo, "Softly", lançado pela Capitol Records.
Em 1966, retornou ao Brasil para prestar vestibular para o curso de Sociologia da PUC. Em 1969 casou-se com Edu Lobo e mudou-se com ele para os Estados Unidos. Com Edu teve dois filhos, Mariana e o também cantor Bernardo Lobo. Em 1969, gravou com Paul Desmond em seu disco "Hot Summer", em Nova Iorque, a versão americana de "Pra dizer adeus", de Edu Lobo e Vinicius de Moraes. Em seguida, interrompeu a carreira de cantora para dedicar-se exclusivamente à família.
Em 1982, separou-se de Edu Lobo e retomou sua carreira profissional, apresentando-se em shows. Paralelamente, enveredou pelos cânticos religiosos e participou de shows como Jazzmania, no Morro da Urca, em 1986. O primeiro registro em estúdio desta segunda fase profissional da cantora foi o disco "Brasil Bossa Nova - Série Academia Brasileira de Música vol. 3", gravado em 1992, com Pery Ribeiro e Osmar Milito.
Em seguida, 1995, gravou o disco "Eu e a Música" ao lado de Roberto Menescal. Em 1996 gravou o CD "Brasileiras", em dupla com a cantora e compositora Célia Vaz. Em seguida, vieram os shows e gravações com Roberto Menescal, lançado no CD "Uma mistura fina", gravado ao vivo em 1997 no Mistura Fina (RJ), contando com a participação de Miéle, e "Estrada Tókio-Rio", lançado em 1998, registro de uma das várias temporadas da cantora no Japão.
Em 2000 gravou, com Luís Carlos Vinhas, Tião Neto e João Cortez o CD "Wanda Sá e Bossa Três", registrando canções como "Errinho à toa" (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli), "Brisa Do Mar" (João Donato e Abel Silva), "Canção Que Morre No Ar" (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli) e "Zanga Zangada" (Edu Lobo e Ronaldo Bastos), entre outras. Em 2001 lançou o CD "Bossa Entre Amigos", gravado ao vivo com Roberto Menescal e Marcos Valle no Teatro Rival.
Ainda em 2001, seu disco "Wanda Vagamente" foi relançado em CD pela Dubas Música, com distribuição da Universal Music, acrescido de três faixas bônus: "So nice", versão de Norman Gimbel para "Samba de verão" (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), "Quiet nights of quiet stars", versão de Gene Lees para "Corcovado" (Tom Jobim) e "To say goodbye", versão de Lani Hall para "Pra Dizer Adeus" (Edu Lobo e Torquato Neto).
Em 2002, lançou o CD "Domingo azul do mar" com faixas como "Jobiniando" (Martinho da Vila e Ivan Lins). Nesse mesmo ano, realizou show de lançamento do disco no Bar do Tom (RJ).
Em 2004 gravou o disco "Wanda Sá com João Donato", e o CD religioso "Jesusmania".
Em 2005 gravou no Japão os CDs "Bossa do Leblon" e "Swingueira", em dupla com Roberto Menescal. Teve dois DVDs lançados em 2006 e 2007, ambos em parceria com Roberto Menescal, o primeiro deles o registro do programa Ensaio, da TV Educativa, o segundo registro do show de lançamento do CD "Swingueira".
Em 2010 lança mais um CD em parceria com Roberto Menescal, "Declaração"
Marcadores:
Discão
Victor Assis Brasil - Quinteto
Músicos
Victor Assis Brasil (sax tenor e sax soprano)
Fernando Martins (piano)
Hélio Delmiro (guitarra)
Paulo Russo (contrabaixo)
Ted Moore (bateria)
Músicas
01 - Tema Pro Einhorn
02 - Balada Para Nadia
03 - Waltz For Phil
04 - Blues For Mr. Saltzman
05 - Waltz For Trane
06 - Lydian Dreamns
* Todas as músicas são de Victor Assis Brasil.
Marcadores:
Discão
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Dom Salvador - Abolição.
Músicos
Dom Salvador - (piano)
Darcy - (trompete e flugel)
José Carlos - (guitarra)
Luiz Carlos - (bateria e vocal)
Mariá - (vocal)
Nelsinho - (percussão e vocal)
Oberdan - (sax alto e flauta)
Rubens - (contrabaixo)
Serginho - (trombone)
Músicas
01 - Uma Vida - (Dom Salvador/Arnoldo Medeiros)
02 - Guanabara - (Dom Salvador/Arnoldo Medeiros)
03 - Hei! Você - (Nelsinho/Getúlio Cortes)
04 - Som, Sangue e Raça - Dom Salvador/Marco Versiani)
05 - Tema Pro Gaguinho - (Dom Salvador)
06 - O Rio - (Dom Salvador/Arnoldo Medeiros)
07 - Evo - (Dom Salvador/Pedro Santos)
08 - Number One - (Dom Salvador)
09 - Folia De Reis - (Jorge Canseira/Paulo Silva)
10 - Moeda, Reza E Cor - (Dom Salvador/Marco Versiani)
11- Samba Do Malandrinho - (Dom Salvador)
12 - Tio Macrô - (Dom Salvador/Arnoldo Medeiros)
Marcadores:
Piano Brasil
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Tocar - Camerata Carioca
Por Paulo Eduardo Neves
Um dos mais importantes discos de choro já feitos
acaba de ser finalmente lançado em CD, é o Tocar do Camerata Carioca. O
grupo foi um divisor de águas na história do choro, fazendo uma até então
inédita combinação entre erudito e popular. Foram pioneiros em interpretar
músicas eruditas, como peças de Vivaldi com uma instrumentação tradicional de
choro. O próprio nome do grupo vem daí, a partir de uma brincadeira do Hermínio
Bello de Carvalho dizendo que o grupo se sofisticou a ponto de não ser mais um
regional, mas sim uma camerata.
O Camerata Carioca foi um verdadeiro ninho de cobras, até hoje seus integrantes estão entre os melhores músicos do Brasil. Na época deste disco, faziam parte o grupo Joel Nascimento, no bandolim, Maurício Carrilho e João Pedro Borges, nos violões, Luiz Otávio Braga no sete cordas, Henrique Cazes no cavaquinho, Beto Cazes no pandeiro e e Edgar "Dazinho" Gonçalves nos sopros. Músicos da estirpe de Rafael Rabello, Celsinho Silva e Luciana Rabello passaram pelo grupo em outras formações. O mentor da turma era o maestro Radamés Ganattali, que aproveitou os então novos talentos para dar ao choro uma sofisticação até então nunca vista.
O grupo também inovou no repertório, trazendo novos compositores para o universos chorístico, gravando Piazzolla, Villa e Leo Brouwer. Além destes compositores, o disco traz músicas de Wagner Tiso, Pixinguinha, Anacleto de Medeiros e de Radamés, que participa tocando em sua composição Remexendo.
É um lançamento da gravadora Universal, portanto, procure em sua loja de discos preferida.
O Camerata Carioca foi um verdadeiro ninho de cobras, até hoje seus integrantes estão entre os melhores músicos do Brasil. Na época deste disco, faziam parte o grupo Joel Nascimento, no bandolim, Maurício Carrilho e João Pedro Borges, nos violões, Luiz Otávio Braga no sete cordas, Henrique Cazes no cavaquinho, Beto Cazes no pandeiro e e Edgar "Dazinho" Gonçalves nos sopros. Músicos da estirpe de Rafael Rabello, Celsinho Silva e Luciana Rabello passaram pelo grupo em outras formações. O mentor da turma era o maestro Radamés Ganattali, que aproveitou os então novos talentos para dar ao choro uma sofisticação até então nunca vista.
O grupo também inovou no repertório, trazendo novos compositores para o universos chorístico, gravando Piazzolla, Villa e Leo Brouwer. Além destes compositores, o disco traz músicas de Wagner Tiso, Pixinguinha, Anacleto de Medeiros e de Radamés, que participa tocando em sua composição Remexendo.
É um lançamento da gravadora Universal, portanto, procure em sua loja de discos preferida.
Músicas
01
- Fugata – (Astor Piazzolla)
02 - Choro De Mãe – (Wagner Tiso)
03 - Marreco Quer Água – (Pixinguinha)
04 - Valsa Triste – (Radamés Gnattali) 0
05 - Ainda Me Recordo – (Pixinguinha)
06 - Terna Saudade – (Anacleto De Medeiros & Catulo Da Paixão Cearense)
07 - Remexendo – (Radamés Gnattali)
08 - Uma Rosa Para Pixinguinha – (Radamés Gnattali)
09 - Lenda Do Caboclo – (Heitor Villa-Lobos)
10 - Fuga No 1 – (Leo Brouwer)
02 - Choro De Mãe – (Wagner Tiso)
03 - Marreco Quer Água – (Pixinguinha)
04 - Valsa Triste – (Radamés Gnattali) 0
05 - Ainda Me Recordo – (Pixinguinha)
06 - Terna Saudade – (Anacleto De Medeiros & Catulo Da Paixão Cearense)
07 - Remexendo – (Radamés Gnattali)
08 - Uma Rosa Para Pixinguinha – (Radamés Gnattali)
09 - Lenda Do Caboclo – (Heitor Villa-Lobos)
10 - Fuga No 1 – (Leo Brouwer)
Músicos
Joel
Nascimento – solista bandolim
Joaquim Santos 1º violão
Joaquim Santos 1º violão
Mauricio
Carrilho- 2º violão e violão baixo
Luiz
Otávio Braga - Violão 7 cordas
Beto
Cazes- percussão
Dazinho
– sax alto e flauta
Marcadores:
Discão
domingo, 13 de julho de 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)