sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Chiquinho do Acordeon - 1989



Músicos
Aecio Flavio
Mamão (Azimuth)
Roberto Menescal
Bebeto
Ze Menezes
Marcio Montarroyos
Sebastiao Tapajós
Gilson Peranzetta
Hélio Delmiro
Marcos Valle
Luizão Maia
Rildo Hora
Dominguinhos
Misael Hora
Jota Moraes
Jaime Alen
Ricardo Leão
Jamil Joanes
Mauro Senise
Cesar Machado
Zé Carlos

Músicas
01 – Frevendo (Aecio Flávio)
02 – Amo (Aecio Flávio)
03 - Nem pra Voz Nem Pra Sopro (Roberto Menescal)
04 - Sue Ann (Tom Jobim)
05 – Barroquinho (Sebastião Tapajós/Simon Khoury)
06 – Sapoti (Dominguinhos)
07 - Sax Em Branco E Preto (Jota Moraes)
08 - Velho Arvoredo (Hélio Delmiro)
09 – Catedral (Marcos Valle)
10 - Alfa E Ômega (Rildo Hora/Afonso Romana de Santa´Anna)

Chiquinho do Acordeon, ou Romeu Seibel, seu nome verdadeiro, nasceu em Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, em 7 de novembro de 1928. Faleceu em 13 de fevereiro de 1993 no Rio de Janeiro. Foi um dos maiores músicos no seu instrumento, além de compositor e arranjador. Acompanhou quase toda a MPB e gravou mais de 30 discos. Trabalhou muito na década de 50. Em 1991, ao lado de Rafael Rabello e da Orquestra de Cordas Brasileiras, grava sua obra máxima, o disco Retratos.

* O disco acima é um grande disco. É de uma sensibilidade incrível. Todos que participaram dessa gravação parecem estar impregnados do espírito do mestre Chiquinho. É o tipo de disco que não pode faltar em nenhuma estante dos amantes da boa música. Recomendo. É difícil achar, como toda música instrumental brasileira. Se ficar difícil falem comigo. Boa sorte.


Eu fico chateado de mostrar o grande mestre Chiquinho tocando na cozinha. Infelizmente temos poucos registros desse grande músico. Se fosse nos EUA isso não aconteceria.
Prometo que vou colocar aqui na pista uma grande apresentação de Chiquinho com Rafael Rabello e Radamés Gnatalli. Mas, vamos nós.







Agora é bonito. Linda homenagem.


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