A finalidade deste espaço é compartilhar com os amigos o interesse por Búzios e sua antiga relação com a Bossa Nova. Bossa Nova não é só música, é um Estilo de Vida. Um Estilo Buziano de Viver. Não vendo disco, só divulgo para os amigos que me pedem emprestado. Se você discorda de algum conteúdo divulgado neste blog, favor entrar em contato. Eu tenho todos os discos que recomendo aqui.
Bola Sete (violão de 6 cordas, 13 cordas, percussão e vocal)
Hadley Caliman (sax tenor)
Luis Gasga (trumpete e flugelhorn)
Dwight Dikerson (teclados)
José Marino (contrabaixo)
Terrance Laine (percussão)
Rony Mesquita (bateria e percussão)
Nathan Rubin (violino)
Larry Patterson (vocal)
James Wilcots (vocal)
Josef Williams (vocal)
Lenny Williams (vocal)
Músicas
01 - Shebaba
02 - Complicado
03 - Bola Beat
04 - Polythene Pam-She Came In Through The Bathroom Window (The Beatles)
05 - Roda (Gilberto Gil)
06 - It's Gonna Change
07 - Melossa
08 - Baccara
09 - My Sweet Lord (George Harrison)
10 - Street Market
Bola Sete pega diversas músicas e ritmos do folclore brasileiro e faz uma salada bem temperada. Aliás, todo o disco é bem temperado; cheio de groove bem funkeado.
Bom disco.
Bola Sete (Djalma de Andrade nasceu no Rio de Janeiro em 06/07/1923 e faleceu em Greebrae, Califórnia, em 14/02/1987.
No Brasil foi um músico quase obscuro, nos EUA, foi cultuado. Esse disquinho, por exemplo, é disputado a tapa nos melhores sebos do mundo.
Acho que tem o Cipó nessa bolacha, mas não garanto. A conferir.
Músicas
01 - Gente
02 - Preciso Aprender A Ser Só
03 - Seu Encanto (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle/Pingarilho)
04 - Passa Por Mim
05 - Samba De Verão
06 - A Resposta
07 - Deus É Brasileiro (lado B)
08 - Dorme Profundo (Marcos Valle/Pingarilho)
09 - Vem (Marcos Valle/Luiz Fernando Freire)
10 - Mais Amor
11 - Perdão
12 - Não Pode Ser
13 - Vamos Pranchar
14 - Deus É Brasileiro (instrumental)
* Todas as outras músicas são composições de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle. As trilhas 13 e 14 não fazem parte do LP original (vinil).
* Novamente o grande amigo Eumir Deodato aparece como arranjador e orquestrador. A garotada vai evoluindo.
* Nesse disco temos duas das músicas mais conhecidas de Marcos Valle: "Preciso Aprender A Ser Só" e "Samba De Verão". Essa última estourou nos EUA com arranjo de Walter Wanderley.
Sonzaço. Poderia até dizer: um som viril, típico do Sambajazz. Odeio esse nome. Mas, foi assim que ficou conhecido nos anos 50 e 60. Prefiro hard bossa, que também não é legal. Melhor dizer Bossa sem banquinho e violão.
Obrigado Leo Gandelman por esse disco. Parece um pouco com aqueles disquinhos do J.T. Meirelles, mas, tudo bem, está ótimo.
* Todas as músicas são de Leo Gandelman e David Feldman, exceto Reza, autoria de Edu Lobo e Ruy Guerra.
Sinopse
"Quando eu penso em saxofone brasileiro, penso em Leo Gandelman. Ao longo da carreira, este amigo, músico, arranjador, compositor e produtor posicionou sua parabólica na direção de inúmeras vertentes e elementos do jazz, mas nunca abriu mão de nossas raízes culturais e artísticas, construindo nota por nota, escala por escala, disco por disco, um vocabulário pátrio para seu instrumento e sua música. Sua marca é sua assinatura sonora, quem acompanha sabe. O projeto Vip Vop chega em um momento bastante oportuno. A bossa nova e o samba jazz, gêneros fundamentais na formação de Leo, desfrutam de um momento mais favorável do que anos atrás, época em que, para nosso espanto, mostravam-se abandonados. A pesquisa do cancioneiro bossanovístico e o relançamento de álbuns dos acervos das gravadoras são ações essenciais, e constituem um braço fundamental na preservação da identidade-memória da música brasileira. Porém, temos que fazer mais, muito mais! A bossa nova e o samba jazz precisam ser gravados, dando origem a novos discos e shows, onde as composições inéditas ganharão corpo, espaço e público. A bossa nova e o samba jazz precisam ser tocados ao vivo por aí, nos palcos da vida. Precisam de respeito e, acima de tudo, de cuidado. E é nessa hora,que Vip Vop ganha importância. O trabalho de Leo Gandelman e seu grupo retoma as diretrizes da obra de nossos grandes mestres que ali, no fim dos anos 50 e início dos anos 60, contribuíram, decisivamente, para que nossa música deixasse de serapenas regional para se tornar universal. É por isto que, quando ouvimos e assistimos Vip Vop, ouvimos e assistimos também a arte de Tom Jobim, João Gilberto, Moacir Santos, Luiz Eça, Roberto Menescal, J.T. Meirelles, Victor Assis Brasil, Edison Machado, Milton Banana, Johny Alf, João Donato, Paulo Moura e muitos outros. Sem eles nós não estaríamos aqui,não é?